segunda-feira, 31 de outubro de 2016




A primeira coisa a se saber é que a #Netflix não detém permanentemente os direitos de nenhum filme ou série, a não ser de suas produções próprias. Isso quer dizer que são feitos contratos entre a Netflix e a detentora dos direitos para a exibição, e esses contratos têm data de validade definida. No caso das #Séries, os acordos são feitos por temporada. Há vários fatores que influenciam na disponibilidade de títulos no catálogo:
  • Alguns títulos podem estar temporariamente indisponíveis porque assinantes relataram problemas técnicos, como: legendas fora de sincronismo, áudio atrasado ou perceberam algum defeito na imagem.
  • Outros títulos podem ter atingido o prazo de permanência máxima acordado entre o site e o estúdio.

Não há uma regra para o tempo de permanência. Se for um título com uma boa audiência, será feito o possível para mantê-lo no catálogo. Os contratos, sejam eles feitos com sistema on demand, TV aberta ou paga, têm um prazo de validade e os títulos podem ser renovados, depende da viabilidade (geralmente financeira) de manter ou não no catálogo.
A boa notícia é que títulos originais Netflix nunca deixarão o catálogo, por isso, o serviço pretende investir cada vez mais em conteúdo original. Após o sucesso de séries como House of CardsOrange is the New Black e Stranger Things, entre outras, a Netflix quer que o seu conteúdo original ocupe cada vez mais espaço no catálogo.
O objetivo da Netflix é ter, dentro dos próximos anos, um catálogo em que pelo menos metade das produções disponíveis tenha o selo de “original”.
David Wells, diretor financeiro da empresa, disse a Variety nesta semana que a Netflix percorreu um terço de metade do caminho necessário para atingir seu objetivo, mas não informou até quando pretendem ter 50% do catalogo preenchido por conteúdo próprio.
A Netflix pretende aumentar os investimentos em produções originais em mais de US$ 6 bilhões a apartir de 2017 (foram US$ 5 bilhões em 2016).

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