quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Por essa, ninguém esperava. (Pelo menos eu não esperava)
Super Mario Run, jogo lançado recentemente no dia 15 de dezembro pela Nintendo, jogável para iPhone e iPad, recebeu críticas da imprensa esquerdista pelo acusação de“uso de estereótipos de gênero”, já que o objetivo do jogo é salvar (tchanamm) a princesa Peach.
O “sexismo” começaria no início do jogo, quando Peach convida Mario para uma festa no castelo e diz que “fará um bolo” para a ocasião.


“É 2016, então por que Super Mario ainda está salvando uma princesa que faz bolos?”,
criticou o site Recode, ao dizer que o jogo não “questiona as normas de gênero”.
Para o site, chegou a hora de “Peach salvar Mario”.


A vice-diretora da Mashable, Kate Sommers-Dawes, também acredita que mulheres não podem mais fazer bolos:
“Super Mario Run é divertido e tudo mais… mas por que Peach deve fazer um bolo para a festa?
Não podia ser a DJ ou alguma coisa do gênero?”


Para Chris Suellentrop, do esquerdista New York Times, o jogo não é “amigável à família” porque possui “estereótipos de gênero retrógrados” e as personagens femininas no jogo, Peach e Toadette,
“são jogáveis somente quando se completa algumas tarefas, como se elas fossem um prêmio”.
Mas mesmo assim, o marketing "Negativo" com todas essas “críticas”, o jogo alcançou 40 milhões de downloads e US$ 21 milhões em vendas em 4 dias.
Entretanto, aqueles que efetuaram o download do jogo têm reclamado por um motivo bem mais realista: a versão gratuita possui apenas 3 fases, sendo depois necessário pagar $10 para jogar a versão completa.

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