segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Sem duvida a Netflix está se tornando um canal que produz excelentes séries. Embora eu não tenha assistido a todas que ela produziu, tive a oportunidade de acompanhar as dos heróis Marvel (Demolidor, Luke Cage, Jessica Jones) e a excelente 'Stranger Things'. Agora assisti ao episódio inicial da nova série produzida por Brad Pitt "The OA". 
Embora o ritmo do episódio seja um tanto lento, a história prende a atenção imediatamente. Inicia-se com uma jovem se atirando de uma ponte, no hospital apesar de questionada ela não diz quem é. Ao mesmo tempo em outro lugar uma senhora recebe um telefonema mandando que assistisse ao vídeo da garota se jogando no YouTube, ao assistir a senhora reconhece a garota como sua filha, desaparecida há alguns anos. Talvez você esteja pensando: 'O cara disse que não daria spoillers." 
Aí é que esta isto não é um spoillers é apenas o começo de uma história muito misteriosa. Quando um agente do FBI vai interrogar Prairie (o nome da garota) a respeito de seu desaparecimento ela dá uma resposta estranha, ela diz: "Eu não desapareci. Estive presente o tempo todo." 
Diante disto comecei a desconfiar de uma dimensão paralela onde a garota vivia por ali mesmo mas sem poder ser vista. Ledo engano! O episódio piloto tem 01:11 min, é apenas quando chega aos 10 minutos finais é que o letreiro inicial se inicia!! E é aí também que minha teoria é jogada por terra. Tudo que assistimos até ali é só o prólogo do episódio. Quando o episódio chega a sua primeira hora é quando 'OA' (como-a ela gosta que a chamem: 'I am OA') começa a contar sua história desde o início. E é quando tudo muda, a série começa a mostrar um pouco de misticismo e de fantasia e te deixa ansioso para assistir ao próximo episódio. 

Pelo trailer da temporada é óbvio que o que vemos apenas "arranha" a superfície da história, mas mesmo assim ficamos com a sensação de que podemos esperar muito mais.......
A primeira temporada possui apenas 8 episódios, e para dizer a verdade mal posso esperar para ver o resto...
Texto do amigo: Paulo Cirino

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