sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Este é um daqueles seriados que dividem opiniões. Se você pesquisar na internet verá que muitos dizem que é um dos melhores seriados  lançados dentro do gênero super-heróis (ou quase), verá que alguns críticos elogiam o seriado e seu ‘formato’. Mas também verá que outros discordam disto, alguns acham que apenas os aficionados mais radicais dos X-Men é que apreciarão a série.

A estreia da série pareceu confirmar isto, a audiência foi bem abaixo do esperado, porém aumentou após as reexibições do episodio e também após o consumo via internet (downloads).



Confesso que o primeiro episódio me desanimou (e muito) de continuar assistindo, mas como temos feito antes de publicarmos algum comentário a favor ou contra, assistimos ao segundo episódio. E a coisa muda!


O diretor ou os produtores parecem ter optado por mostrar a história sobre o ponto de vista de David Haller (o Legião), assim o episodio piloto é bastante confuso e acabamos por não conseguir distinguir o que é real e o que não é. Além disto, temos algumas cenas surreais, como por exemplo, uma dança no estilo bollywood que envolve David, sua amiga candidata à namorada (que não pode ser tocada) Sidney Barret (a atriz Rachel Keller) e os pacientes e médicos do sanatório.


Ao final do episódio temos uma demonstração de outros poderes mutantes que oferecem um vislumbre do que a serie pode nos dar. A partir do segundo episódio começamos a entender melhor e também a melhor separar as ‘viagens’ de David do que esta acontecendo de fato, Também começamos a ter uma ideia da dimensão dos poderes do mutante (assim como os personagens da serie).

Mojo, quer dizer: Violator. Não, 'o demônio de olhos amarelos'
Para complicar ainda mais as coisas e lógico despertar a curiosidade dos expectadores, vez por outra David vislumbra um cara parcialmente gordíssimo (a ponto de ser deformado) que tem olhos amarelos (estranhamente cada vez que vejo esta ‘aparição’, lembro-me do personagem 'Mojo' dos X-Men ou de ‘Violator’ de Spawn). Estas ‘aparições’ estão relacionadas com um livro infantil e muito assustador que o pai de David lia para ele (não é o Prof. Xavier). Vale destacar que até o terceiro episódio nada se fala sobre suas múltiplas personalidades.


David Halller e Lenny Buster
O elenco se sai muito bem, a escolha de Dan Stevens como ‘David Haller’ foi acertada. E o elenco de apoio também ajuda e muito. Eu destacaria a personagem ‘Lenny Buster’ (Audrey Plaza, muito bem no papel); Sidney Barret (Rachel Keller, que da um toque meio sensual a personagem que não pode ser tocada).  E muitos outros que ainda não mostraram a que vieram. 
Sidney Barret, não pode ser tocada (mas difícil não querer)
A série tem muito a oferecer, e se os produtores e o Canal FX quiserem apostar nela, certamente teremos uma série com muito a explorar dentro do universo mutante. 

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