segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Após a repercussão da reportagem de ontem, entramos em contato com todos os envolvidos no Dossiê Márcio Seixas.

Márcio respondeu a Action & Comics:
" No momento estou sob orientação de minha advogada. Não posso falar do indivíduo nem das ocorrências. Obrigado por seu interesse."

Enquanto o responsável do Dossiê, nos atendeu prontamente, respondendo e esclarecendo, em forma de entrevista, que transcrevemos a seguir:

Marcelo Moreira Rezende - Jornalista,  trabalhou 18 anos em Televisão. 
(Jornal Nacional, SBT Nacional , Band Nacional, Brasil / Canadá / Estados Unidos, 
Editor chefe Rede Globo em Minas Gerais)

1 - Como iniciou a sociedade de vocês? Como funcionava a função de cada um na Fórmula da Comunicação Envolvente?  
Em março de 2013 eu fiz o primeiro curso de marketing digital do Erico Rocha, que na época se chamava Lançamento Orquestrado, que depois veio a se chamar Formula de Lançamento. Foi a unica turma do Érico Rocha, que ele juntou os alunos em uma sala de aula, por 04 dias inteiros, manhã e tarde, num salão de convenção, num hotel na capital de São Paulo. Escrevendo em um pincel flip chart, ele deu o curso de Marketing digital. Saindo dali, com grande motivação para empreender nesse mundo novo, que é o mundo da Internet, eu como locutor (em carteira assinada á 27 anos), comecei como locutor do SBT, depois me tornei locutor padrão do SBT, apresentador de jornal do SBT e ai me envolvi com jornalismo e me tornei repórter do SBT, depois da TV Bandeirantes, depois da Rede Globo, minha carreira foi toda construída em cima de locução e jornalismo. Então, como eu já tinha tido contato com Márcio Seixas e tinha o contato dele, fiz  uma proposta para um colega de profissão, então o que nos iriamos unir: dois locutores, um locutor jornalista e um locutor dublador. E assim eu queria construir um curso voltado para comunicação, não para locutores e sim, para comunicadores, para que assim pudéssemos alcançar as pessoas que usam a voz profissionalmente, jornalistas, repórteres, palestrantes, vendedores, locutores de cabine, locutores de rádio, professoras, que usam a voz para trabalhar, enfim era a nossa expectativa. Nossa ideia era fazer um curso maravilhoso, que pudesse transformar a comunicação. Elevar o nível de comunicação nas redações, nas estações de radio, redações de jornalismo. 
Mas ai esbarramos em uma questão, o preço. Eu tentei precificar, pela valoração. Tinha muito valor, mas o preço teria que estar lá embaixo, pra que fosse acessível. Ai claro, foi o nosso primeiro desentendimento, Márcio achava que o preço deveria ser "lá em cima", inicialmente R$ 5.000,00. Não adianta ter um produto muito bom, que as pessoas não possam comprar, vira apenas um sonho de consumo, nada mais, isso é ilusão, não produz um efeito social, que esse chegou a ser o discurso dele, o efeito social, um trabalho social importante, no sentido de ajudar a aumentar o nível de comunicação nacional. Era um sonho ousado, eu sei, mas ao nosso ponto de vista possível de ser alcançado. Marcio, então decidiu que pelo menos o valor que ele cobrava no curso que ele mantinha no Rio de Janeiro á 15 anos, O Locução e Voz, deveria ser cobrado (R$2.500,00). Então aceitei, tem coisas que precisam de consenso, senão a coisa não anda. Resultado, chegamos ao valor e lançamos a primeira turma. Quando lançamos a primeira turma, não tínhamos nada pronto, nenhum módulo para entregar. Márcio falou: Vamos ver como será a reação do mercado. Lançamos na Internet a primeira turma, vieram 46 alunos. Quando os alunos chegaram, não tínhamos nada para entregar para eles e eles sabem disso. Nos pedimos 15 dias e os alunos entraram e foi bem na confiança e tiveram a garantia de 07 dias de prazo, para pegar o dinheiro de volta,  para desistir do curso, conhecer. Nós não tínhamos o produto para entregar. Precisamos de 15 dias. Eles esperaram. Passou o prazo de 07 dias de Desistência. Todos confiaram. E eu mantinha contato com os alunos. Fomos ao estúdio de Belo Horizonte, gravamos o módulo 01, editamos e entregamos. O compromisso era, toda semana um módulo novo. 08 Módulos. Enquanto os alunos estudavam o módulo 01, fomos ao estúdio gravar o Módulo 02, editar entregar e fizemos assim em todos os módulos, nadando contra correnteza, lutando contra o relógio. Finalizamos o curso inteiro, entregamos, fizemos o encontro presencial, para fazer uma cerimonia de formatura.
Nos reunimos para lançar a segunda turma e avaliamos a primeira turma. Como foi feito as pressas, foi um laboratório, resolvemos refazer o curso todo. Compramos novos equipamentos, todo investimento em equipamentos foram feitos inicialmente por mim. Ai demoramos mais, não abrimos a segunda turma enquanto não regravamos o todo curso. Mandamos para os primeiros alunos, refizemos tudo, com varias melhorias e módulos novos. Lembrando que eu ajudei no processo de criação dos 08 módulos. Sendo que 2 módulos inteiros, foram 100% escritos, criação intelectual por mim, todas as filmagens de todos os módulos, foram feitas por mim, roteiro, eu fui o cérebro pela Fórmula da Comunicação Envolvente. O Nome, foi criado pelo Érico Rocha pra mim, em uma consultoria particular de uma hora, (sendo esta gravada), até chegar nesse nome, eu consigo provar em áudio, essa consultoria gravada em Brainstorming com Erico. Registrei o nome da comunicacaoenvolvente.com.br . Convidei ele para ser o professor do curso, para que uníssemos os nossos conhecimentos.
Minha função: toda ela relacionada a criação de páginas de captura, de vendas, cada um tinha seu perfil e eu criei a página da Fórmula da Comunicação Envolvente, cada um continuou com seu perfil, porém a página é para trabalho, para ter ações, campanhas, onde ele não sabe fazer nada disso e essa era minha atribuição, eu que cuido do Facebook, do youtube, das redes sociais, das mídias, da sua imagem, da agenda, respondo fãs, isso tudo foi muito bem ajustado.
A função dele (inclusive em contrato), era produzir conteúdos para  abastecer as redes sociais gerar engajamento, gerar trafego, gerar audiência. Repassava os materiais que precisava para manter a audiência e solicitava para ele gravar. Eu era o radar e pedia para o Márcio e assim nós trabalhamos. Tinhamos também o Bradlei Zolotujin Mazur, que fazia a edição, tinha um estúdio, assim foi nós três no começo e tudo estava indo bem.

2 - Como foi a sequência cronológica dos fatos?  Percebemos a movimentação na então página do Márcio Seixas, alegando que não fazia as postagens, respostas, não administrava a própria página desde março. Consegue nos detalhar melhor o que ocorreu para você expor o dossiê? 
Ele apresentou a Ana Cláudia Schlottfeldt Mendes, como uma pessoa de confiança dele, que ela precisava trabalhar, que deveria estar dentro da FCE, sendo ela secretaria dele e da esposa, que ela iria ajudar. Ele começou a trazer ela. Ai os problemas começaram. Ela tinha um relacionamento com ele e ela começou a mandar, se impor em certas questões, fazer acontecer. Eu faço o planejamento, eu sei pra onde a coisa vai, porque foi planejado, a gente sabe como agir. Eu fazia parte de um Mastermind da Cris Franklin, entrei em outro Mastermind, para estar sempre sintonizado com o que está acontecendo no mundo digital, para saber agir. Tenho alguns amigos consultores, para troca de experiências. Então, percebi a movimentação, na então página do Márcio Seixas, alegando que não fazia as postagens a as respostas desde Março, porque não quis. Ele abandonou o facebook, pra dizer que não conseguia entrar. Ele não queria responder, simples assim. Ele não queria responder mais ninguém, porém, ele entrava pelo celular. Inclusive consta em um de nossos videos do Dossiê (videos 3, 4 ou 5).
Nosso começo de negócio era como um começo de namoro, porque ele era realmente para mim, uma referência. A voz dele está ligada a minha infância. Existe uma ligação afetiva e emotiva. As tardes de sábado na Rede Globo, Disneylândia, narrações do Pateta, isso está vinculado as melhores fases da nossa infância, isso é inegável, a voz tem esse significado. Quando você começa esse namoro, tem essa fase, tem o noivado e vem o casamento. Ai na convivência que as pessoas conhecem, tanto no casamento e quanto na sociedade. E os problemas vieram. Então, comecei a conhecer a pessoa, ele começou a se abrir e se mostrar e é claro as decepções não pararam. Até que ele resolveu tomar uma decisão na calada, foi dai que ele começou a mandar áudios. Ele sempre mandou áudios trocados, porque ele não tomava o devido cuidado.Foi quando ele começou a mandar áudios para filha, porém trocados. Ele percebeu que o curso estava dando dinheiro, todo mundo na família ficou encantado. Os filhos estavam desempregados, a esposa começou a se interessar por marketing digital, além de colocar os filhos para fazer um curso de marketing digital com um figurão no Rio de Janeiro, a amante fez um curso de um ano e meio de marketing digital. Pegou todos da sua confiança, da sua família e começou a dizer, estudem, que eu tiro o Marcelo da sociedade e todo dinheiro fica para nós. Ele queria 500 alunos, imagine isso vezes R$ 2.500,00, essa era a expectativa da próxima turma. Essa foi a estratégia e foi por causa disso que chegamos ao dossiê. Ele estava agindo as sombras, igual ao personagem que ele dubla. Porque ele viu muito dinheiro. Porque dividir com um estranho? (apesar que tínhamos 4 anos, porém pouco tempo comparado a sua família).
Por causa disso, ele começou a maquinar, ele começou de forma ardilosa, a preparar um golpe. Por isso ele começou a usar o artificio.
"Não estou conseguindo entrar no facebook" ele dizia. Ele estava usando a estrategia do afastamento enquanto a família estudava marketing digital para poder ocupar meu lugar. Quando eu vi que isso estava acontecendo, eu agi é claro. Fiz a proposta de ele comprar a minha parte da sociedade, porém ele alegou não ter dinheiro para comprar minha parte, deixa do jeito que está. Ele queria tomar em vez de comprar, essa foi a estrategia. O Dossiê, foi também para evitar o golpe, mas principalmente em defesa da Honra, porque ele começou a fazer um desvio de foco, porque ele queria que todos vissem o sócio como Estelionatário. Ai é defesa da Honra. Eu não sou Estelionatário. Eu poderia ser acusado, ser suspeito de... eu trabalhei no jornalismo, fui repórter policial, só depois que o Juiz Sentencia, é que você pode dizer Estelionatário, Assassino, ai sim, ai houve decisão judicial. Fui em defesa da Honra, o motivo do Dossiê foi esse, por ele ter feito acusação de crime contra mim, crime esse que nunca aconteceu.
                   
3 - O que mais chamou atenção, foi o seu acervo de áudios do Márcio Seixas. Você tem essa rotina de salvar esses tipos de arquivo?      
Claro, eu sou jornalista. E agora estamos fazendo uma série de arquivos que estão sendo salvos no meu e seu celular.  Veja, durante 18 anos consecutivos, trabalhei com gravador de voz. Eu gravo, porque eu tenho interesse em cada detalhe e depois eu preciso ouvir isso e transformar em uma linguagem jornalistica ou transformar em estrategias de ação. No caso do Márcio, as vezes conversávamos e tínhamos tantas ideias e gravávamos, registrávamos, escrevíamos.  Nós produzíamos o tempo todo, as ideias vinham, muita criatividade, vontade de inovação, para que nada se perdesse das ideias.
              
4 - Você disse que o alertava que suas atitudes eram contrárias ao que a empresa FCE defende. Foi a partir daí que decidiu juntar provas para o Dossiê?            
Não. Nem a partir dai, nem depois. Eu nunca decidi juntar provas para o Dossiê.
"Uma gota d´água faz transbordar a taça", deixa eu usar essa expressão.
O Dossiê não foi planejado. Nunca passou pela minha cabeça. Não foi programado. O Dossiê aconteceu, no momento que ele publicou no dia 09 de agosto, aquele vídeo, onde as pessoas embaixo comentando:
"Aquele cara lá em Belo Horizonte é um estelionatário", eu tinha acabado de gravar defronte ao Mineirão em BH. Começaram a vir com ódio contra mim. Coloco todo mundo contra o Marcelo e ai fico com a FCE, para mim. Ai naquela madrugada, o Dossiê surgiu, por causa de uma atitude irresponsável dele e ele estava sendo orientado juridicamente de forma equivocada. Eu estava promovendo a imagem dele. Ele estava ganhando dinheiro. E ele tentando destruir tudo, para ficar com tudo para família dele.
           
5 - Como está a repercussão entre os alunos e colegas de dublagem? Muitos estão à sua procura?  
Sim.
Entre os alunos: os da primeira turma, são os alunos que me conhecem, porque eu fui o professor deles. O Márcio era professor dos videos gravados e dos encontros semanais. As aulas eram 1x por semana, aulas ao vivo, onde eu e o Márcio íamos para frente da tela, para conversarmos com os alunos. Agora, durante todo tempo no whats, eu era o único monitor dos alunos. Eu que fazia a revisão dos áudios, fazia ajuste, de acordo com as técnicas que ensinamos. Por causa disso, eu passei a ser uma referência para os alunos da turma 1, que hoje é chamada Turma Histórica, porque ela foi a turma laboratório, que confiou em nós, quando não tínhamos nada. A turma foi maravilhosa, é uma família, a gente se ajuda até hoje, é uma turma muito unida.
A turma 2, não tive relacionamento, não acompanhei. Eu estava em processo de organização de outros projetos, inclusive com a relação a Bíblia. Estávamos lançando 3 a 4 produtos, relacionados a imagem e voz do Márcio Seixas e eu estava cuidando disso de forma muito intensa. Então, terceirizei, colocando duas monitoras, para cuidar dos alunos. A Segunda turma não tem em Marcelo Rezende, uma referência, porque não houve sequer uma proximidade, eu não pude atendê-los. Foi uma grande falha. Era uma turma dividida. Tanto é que, a primeira turma, quando falamos nos reunir, dos 46 alunos, somente 4 não foram, porque não podiam mesmo. A segunda turma com 163 alunos, foram somente quarenta e poucos, não chegou a 50. Era muito desunida, alunos brigando, com monitores contratados, não possuíam uma liderança firme. Nós aprendemos com a primeira e segunda turma, como é que a coisa funcionava bem: Eu teria que ser o monitor dos alunos e o Márcio cuidava da parte de instrução das aulas gravadas.
Sobre os dubladores: Conheço vários dubladores tanto no Rio de Janeiro e São Paulo, como os maiores do pais. Todos pediram para não falarem os nomes, afinal é um escândalo, com repercussão mundial. De alguma forma todos estão sabendo: "Do maior escândalo da Dublagem Brasileira", no mundo inteiro. "Dubladores de primeira linha", são os que fazem muito cinema, que não tem espaço na agenda, vários estão entrando em contato, ainda não encontrei nenhum dublador que pudesse defender o Márcio, porque está evidente o que ele fez e quem ele é, e olha, boa parte ainda não foi mostrada.
                      
6 - Há relatos que no Rio Grande do Sul, existe um homem, mais jovem, que possui uma voz semelhante ao do Márcio e você estaria forjando os áudios. O que acha disso?
Mentira, cade a voz do cara??? Gostaria até de ouvir.
Nos fizemos um concurso nacional - Concurso Infraero. Nesse concurso daríamos um premio para quem conseguisse fazer uma voz semelhante a do Márcio Seixas. Resultado? Ninguém conseguiu e nunca encontramos uma voz semelhante. A voz dele é inconfundível. Estou colocando primeiro os áudios, sem contar que tenho vários videos. A câmera ficava ligada direto. Era a ideia de um making of, e tem ele falando mal de muita gente, de muitos dubladores... e é essa que é a verdade.
Sobre os áudios é importante dizer e até porque eles estão sendo mostrados. Porque participei de gravações com Márcio, durante mais de 3 anos e sempre que ele demonstra amor, empatia, ser um vovô bonzinho, tudo é montagem, armação, encenação. A unica forma de o Brasil conhecer o Márcio é através desses áudios. Ouçam os áudios. Esse é ele, do jeito que ele é. Fora isso, ele é um ator, encenação.           

7 - Porque tornar público o dossiê? Muitos estão a questionar suas atitudes, pois se ocorresse em sigilo poderia denegrir menos a FCE?
Poderia ser sim, algo particular, mas o que eu fiz? Eu tentei. Ele fugiu, Ele desapareceu, alguem que faz parte de um curso de comunicação, interrompeu a comunicação, é discrepante, mas foi exatamente isso que ele fez e eu posso provar. Se eu não me engano, mandei 7 e-mails,  com copia para amante número 1 dele, Ana Cláudia Schlottfeldt Mendes, e eles nunca me responderam.
Então, fui nos meus advogados, e eles mandaram uma prestação de contas, onde o Márcio me deve 230 e poucos mil reais e uma notificação extrajudicial para esposa dele e para ele. O Porteiro assinou e eles ignoraram. Ele se blindou, estava manipulando a situação e jogando o publico contra mim, para conseguir valer a intenção ardilosa dele. Como ele usou a estrategia das redes sociais para jogar as pessoas contra mim, para tomar o que era meu e se negar a me dar aquilo que me pertencia então eu tive que trazer a publico. Sim, a FCE sofre, a imagem dele, a minha imagem sofre,  mas eu apenas respondi. O meu Dossiê, importante frisar é uma reação ao ato publico dele. 
            
8 - Como está sua vida pessoal no momento? Sua família? Como falou nos últimos vídeos, vocês poderão sofrer grandes consequências. Existe um cuidado maior após a exposição?
A Família esta unida e sofrendo. Estamos sim, sendo acompanhados por 2 escritórios de advocacia e temos agora seguranças, aqui na porta. Eu sei que o Márcio, ele é movido pelo ódio. Eu falo isso, porque eu convivi. Ele é ódio puro. Ele fala de outros dubladores, com muito ódio, uma desgraça, "como um ônibus nas minhas costas". Estamos com seguranças e atentos nas ações dele. Eu não duvido de nada que ele possa fazer. Mas cada vez mais ele se afunda nessas ações descontroladas e movidas pelo ódio. É como se ele estivesse em uma areia movediça, quanto mais ódio ele expele pelos poros, mais ele afunda. E isso eu sei, porque eu vi,

Adendo do Marcelo: Todos os videos do Dossiê foram gravados no meu escritório, sem roteiros, no improviso, totalmente sozinho, sem edição. Fiz exatamente cada vídeo como uma transmissão ao vivo, isso é transparência, da mesma forma como fizemos nossa entrevista.



* Entrevista realizada dia 14/08/2017 às 13h - Horário de Brasília.
Edição e Revisão concluída dia 14/08/2017 às 23:30h - Horário de Brasília.




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